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COMO LIDAR COM A FASE DA ADOLESCÊNCIA REBELDE DO MEU FILHO

O tempo é um grande aliado neste processo. Devemos ter presente que os nossos filhos ao crescer, passam por várias fases e uma delas, provavelmente a mais difícil, é a adolescência. 

 

Este é um tempo de plantar e saber esperar pelos frutos mais tarde. Agora é normal que as suas orientações já não sejam cumpridas como gostaria, agora pode até sentir que nada do que lhe diz ele cumpre ou aceita, sem pelo menos reclamar.


É uma altura de muitas mudanças, em que os nossos filhos começam a querer afirmar-se, a ter controlo da sua vida, a considerar que é altura de serem eles a comandar e por isso, sempre que são colocados numa situação em que têm que cumprir “ordens”, regras estabelecidas, elas são questionadas. Nesta altura, gritar, dar grandes sermões ou até mesmo ameaçar castigar, já não são de grande valia.

 

Deixe passar a fase de fúria do seu filho e depois converse com ele, oriente, seja firme na sua posição de pai e transmita-lhe segurança, autoridade (não autoritarismo). Pode parecer que ele não ouviu, que não quer saber, mesmo porque ainda é muito imaturo, mas a informação chega. Um dia, esta fase termina e tudo o que lhe foi transmitindo com amor e firmeza vai dar os seus frutos. É altura de treinar muito a sua paciência e saber esperar, nunca desistido. O seu filho, mesmo reclamando, espera de si orientação, regras, segurança, liderança, e claro, muito amor.

 

Relativizar:

 

Não esteja constantemente a repreender o seu filho por tudo o que ele faz. Sempre que o criticar, lembre-se que ele vai sentir que está errado, que nunca acerta ou que nunca o satisfaz.

É preciso encontrar uma medida onde o seu filho sinta que a chamada de atenção ao comportamento rebelde dele não muda em nada o amor que sente por ele e que aconteça o que acontecer, irá continuar a acreditar que ele pode fazer melhor do que fez hoje.
É muito importante que saiba separar a pessoa dos atos. Condene o comportamento indesejado, mas jamais misture esse comportamento ao que o seu filho é. Não lhe diga que ele é uma desilusão para si, liga-lhe antes que ficou triste ou chateado com determinado comportamento. Não lhe diga que ele deixou de ser o filho amoroso que era em pequeno, diga antes que ele deverá esforçar-se para ser mais amoroso com os pais, que o seu esforço em ser mau não resulta, porque o conhecem bem e sabem que ele é muito melhor pessoa do que quer mostrar, (acompanhe com um sorriso)

 

Não comparar:

 

Quando estiver a repreender o seu filho, nunca o compare com o irmão, primo ou amigo que tenha um comportamento exemplar. Ao contrário do que possa pensar, em vez de o encorajar a melhorar terá o efeito oposto. Ele sentir-se-á diminuído, humilhado e estará a desencoraja-lo a fazer melhor, criando entre vós uma distância cada vez maior.

Nunca lhe dizer que ele será mal sucedido a vida toda:

 

Por mais que a situação hoje seja complicada e a convivência difícil, esforce-se por ser positivo. Nunca ameace o seu filho, dizendo que caso ele não faça isto ou aquilo, ele nunca será alguém na vida.
Não é a ameaça de fracasso que vai estimular o seu filho adolescente, que já está numa fase difícil. Ele não está preocupado em antecipar problemas futuros, ele está focado no presente e não vai entender que os pais só querem protegê-lo do fracasso, vai sim interpretar as suas palavras como uma falta de confiança nele.
Dirija os seus esforços em estratégias para que ele melhore. Foque-se em que seja traçado um objectivo de cada vez, passo a passo. Priorize com ele o que precisa ser melhorado. Pode ser uma nota ou um comportamento. Se sentir dificuldade em fazer isto, procure ajuda profissional (para lidar com as questões emocionais, relação familiar, para um reforço escolar, etc.). Pode e deve sempre ir tentando construir com eles pequenos objectivos, para que ele sinta o gosto de ter vitórias naquilo que gosta de fazer.

 

Negociar:

 

Estabelecer regras e limites é fundamental, mas igualmente importante, especialmente nesta fase é negociar.
Se considera e informa o seu filho que ele deve desligar o computador em determinado horário, ou que quando sai com os amigos deverá chegar até uma hora estabelecida e ele não cumpre, o melhor é não reagir impulsivamente na hora. Espere o dia seguinte para ter uma conversa. Estarão ambos menos reativos e a probabilidade de haver mudanças de comportamento a médio prazo é maior. Demonstre firmeza, mas deixe o seu filho falar. Diga-lhe em que é que ele errou, transmita-lhe as consequências do seu ato, e termine dizendo que sabe que a partir dali ele saberá cumprir cada vez melhor e quanto mais ele cumprir, maior liberdade vai adquirindo porque demonstrando responsabilidade, poderá sempre ser beneficiado.

 

Porque é que o meu filho fora de casa tem um excelente comportamento com outras pessoas?

 

Muitos pais surpreendem-se pelo facto dos filhos serem amáveis e gentis fora de casa. Como se explica isto?
Para muitos adolescentes o amor do pai e da mãe é sempre acompanhado de exigências e de pontos de vista sufocantes, como se sentissem que o nível de amor dos pais dependesse de contrapartidas.

É frequente em consulta, ter à minha frente um adolescente sensível, colaborante, amável, cheio de ideias e projetos, enquanto os pais o descrevem como desmotivado, arrogante e rebelde. Isto é normal e não deve assustar os pais, nem fazê-los sentir-se incapazes ou menos amados pelos filhos.

Os avós, os tios, pais de amigos, professores ou pessoas próximas, podem ser grandes aliados para um desfecho positivo desta crise. Infelizmente, muitos pais vêem isso como uma competição, ou ameaça (não me obedece mas obedece aos outro), e acabam não usando a seu favor a abertura a terceiros.
É altura de ultrapassar as suas inseguranças e pedir ajuda a terceiros, eles poderão ajudar muito e aliviar a tensão familiar.

 

Tentar perceber o que está por detrás da rebeldia:

 

O comportamento do seu filho vem com mensagens subliminares e quase nunca é o que os pais pensam ser. Para o entender, fale menos e escute mais.
Se um pai desde a infância, passa mais tempo a dar ordens, a ralhar, sem dar espaço à conversa tranquila e interessada com o seu filho, está a perder a oportunidade de conhecer melhor, de perceber as mudanças que vão surgindo.
Nenhum comportamento começa do nada, sem motivos. O despertar de determinado comportamento na adolescência vem da própria transição, mas também carrega as inseguranças e pensamentos do jovem.

 

Demonstrar ao seu filho que o ama tal como ele é:

 

O adolescente rebelde sofre, e muito. Ele não acorda a planear como infernizar a vida dos pais por prazer, ele sofre internamente com exigências que não consegue cumprir, não consegue às vezes entender.

É natural os pais idealizarem um futuro para os filhos, segundo as suas crenças e experiências, contudo o percurso dos filhos será único, só deles. A forma como aprendem e crescem, é uma experiência deles e é aqui que geralmente se geram conflitos e mal entendidos. Os jovens acusam os pais de serem os responsáveis por não atingirem os seus sonhos e os pais acusam os filhos de não se terem tornado como eles deveriam ser. Claro que estão todos a dar o seu melhor, a dificuldade é que cada parte julga a outra sem se ouvirem realmente.

 

Na verdade os pais de adolescentes precisam aceitar duas perdas: A perda da sua criança, do seu bebé que cresceu, e a perda da ilusão de um adolescente ideal segundo a sua crença. Um jovem seguro, equilibrado, com objetivos claros de vida.


Aceitar o filho real, da forma que é, com seus defeitos e qualidades, é o primeiro passo para atenuar a rebeldia.

Fácil? Não, mas quando ele for adulto os frutos virão e serão tão mais doces quanto o amor, firmeza, segurança e aceitação oferecer ao seu filho enquanto cresce.

AS NOSSAS
ESPECIALIDADES
Neuropediatria
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A Neuropediaria é um ramo da pediatria que se ocupa do desenvolvimento da criança e do jovem, pressupondo não só a vigilância do desenvolvimento, como também o diagnóstico das suas perturbações e respectiva intervenção.

 

O neurodesenvolvimento da criança define-se como o conjunto de competências por meio das quais a criança interage com o meio que a rodeia, numa perspectiva dinâmica, de acordo com a sua idade, o seu grau de maturação, os seus factores biológicos intrínsecos e os estímulos provenientes do ambiente.

 

Fazem parte dessas competências a motricidade global, a manipulação, as competências sensoriais, como a visão e a audição, a comunicação e a linguagem, os comportamentos, as competências cognitivas não verbais e verbais, os afectos e as emoções. As perturbações do desenvolvimento incluem, entre outras:

  • as deficiências motoras, como a paralisia cerebral;
  • os défices cognitivos;
  • as perturbações sensoriais, como a surdez ou a cegueira;
  • as perturbações da comunicação, como a perturbação específica da linguagem;
  • as perturbações comportamentais, como a perturbação de hiperactividade com défice de atenção;
  • as perturbações do espectro do autismo;
  • as perturbações da aprendizagem escolar, como a dislexia.
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Pedopsiquiatria
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A Pedopsiquiatria é uma especialidade médica relacionada com o estudo, avaliação e tratamento das perturbações emocionais e do comportamento na infância e adolescência.

 

A intervenção do médico pedopsiquiatra pode incluir a prescrição de fármacos, psicoterapia, bom como intervenção familiar.

 

A intervenção do pedopsiquiatra previligia um trabalho interdisciplinar entre os vários técnicos da equipa de forma a dar uma resposta global às necessidades das crianças e jovens.

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Pediatria
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A Pediatria é uma especialidade médica dedicada à criança e ao adolescente nos seus diferentes aspectos, sejam eles preventivos ou curativos

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Psiquiatria
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A Psiquiatria é a especialidade médica que se dedica à prevenção, diagnóstico e tratamento de perturbações mentais, emocionais ou comportamentais.

 

 

Quais as perturbações mentais tratadas pelos médicos Psiquiatras?

 

Depressão

Ansiedade generalizada

Perturbação de pânico

Perturbação obsessivo-compulsiva

Fobias

Demências

Doença Bipolar

Psicoses

Perturbações do sono

Comportamentos aditivos

Perturbações do comportamento alimentar

Perturbações somatoformes

Perturbações de ajustamento

Perturbações da personalidade

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Neuropsicologia
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A dinâmica da Neuropsicologia Clínica traduz-se numa combinação do exame neuropsicológico com a terapêutica assente no princípio dos 3Rs: Reestruturação «-» Reabilitação «-» Reintegração sócio-familiar e profissional.


A Neuropsicologia tem sido, desde há cerca de 60 anos, uma área de grande projecção no campo da psicologia. Enquadra-se no universo das Ciências do Comportamento. Após um percurso longo de debate epistemológico e pesquisa científica, o estudo do binómio encéfalo/comportamento ampliou-se nas faculdades e instituições de saúde em vários países. Em Portugal a Neuropsicologia dá os primeiros passos na década de 70 (séc. XX) com António Damásio no âmbito experimental.
A vertente clínica surge em 1983, com a criação da primeira Unidade de Neuropsicologia Clínica que integrava uma equipa coordenada pelos Prof. Dr. Manuel Domingos. Desde então tem-se verificado uma enorme expansão na Neuropsicologia em Portugal.


A Neuropsicologia pode-se definir como sendo uma especialidade da Psicologia que aborda as relações entre a dinâmica estrutural do encéfalo e o comportamento em situação normal ou patológica. As metodologias têm como suporte a clínica experimental.

 

Em termos de abrangência etária, incide sobre os três grupos: pediátrico, adulto e geriátrico.


É, sem dúvida de importância extrema a resposta que a Neuropsicologia dá, em termos de compreensão, avaliação e reabilitação, nos vários quadros neuropsicopatológicos (afasias, agnosias, demências, entre muitos outros provenientes de lesões várias). Digamos que é de exclusiva competência da Neuropsicologia a intervenção em determinados quadros, nos quais as lesões existentes afectam determinadas áreas do encéfalo e consequentemente se traduzem em alterações ou disfunções cognitivas e/ou operativas significativas. Entre muitos possíveis exemplos, podemos citar o exemplo dos tumores no encéfalo, onde o trabalho do Neuropsicólogo em conjunto com a intervenção do neurocirurgião é de fundamental, no que respeita ao mapeamento do encéfalo, permitindo assim uma remoção mais precisa do tumor, evitando danos irreversíveis em regiões circundantes.


No caso das demências, de sublinhar os objectivos do exame neuropsicólogico:


1. Determinar a tipologia e grau de gravidade das alterações Cognitivo/operativas, comportamentais, da esfera emocional e da personalidade;
2. Estabelecer uma linha de base para esquematizar programas de intervenção (reestruturação/reabilitação);
3. Obtenção de dados que permitam um trabalho de conjunto com elementos do nicho biopsicosocial dos pacientes (perspectiva transclínica);
4. Estimativa do grau de reserva cognitiva.

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Psicologia Educacional
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A Psicologia educacional ou psicologia da educação é o ramo da psicologia que estuda o processo de ensino/aprendizagem em diversas vertentes.

 

Os psicólogos educacionais desenvolvem o seu trabalho em conjunto com os educadores de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efectivo e significativo para o educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de aprendizagem. Focam a sua acção não apenas nas necessidades da criança na escola como, também, em outras áreas onde as experiências escolares têm impacto.

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Terapia Familiar
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A terapia sistémica familiar e de casal, baseia-se no principio de que os problemas das pessoas são mais bem entendidos se vistos em contexto relacional, e famíliar. Incluí as relações de casal, entre a família nuclear, família alargada (avós, tios..) ou até relações de amizade ou de trabalho.

 

A maioria dos problemas, sintomas e conflitos que motivam uma consulta tem um profundo impacto na família (da qual o indivíduo é uma parte); Também na família podemos encontrar a chave para muitas soluções.

O terapeuta familiar levanta questões acerca de papéis, padrões, regras, objectivos, crenças, e estádios de desenvolvimento, levando-o a optar por trabalhar o indivíduo, o casal ou a família nas suas variantes, visando a alteração de padrões interactivos para que o/s problema/s se possa resolver.


Para que serve então a terapia familiar? Quando surge uma situação de doença, problema emocional, conflito ou rutura, acontece inevitavelmente uma crise a nível individual e familiar. Aparecem novos sentimentos e preocupações, decisões têm que ser tomadas, e as prioridades podem ter que ser alteradas. Este é um período difícil, de desestabilização emocional, em que a coesão e força da família ou casal são postas à prova. A terapia familiar serve para encontrar saídas alternativas àquelas que até aí não foram eficazes.
É frequente o cônjuge ou a família não querer participar, por diversos motivos

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Não é necessária a presença de toda a família para que esta seja eficaz.

Membros da família que não estejam interessados muitas vezes envolvem-se mais tarde se existir pelo menos um membro da família motivado.

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Terapia da Fala
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O Terapeuta da Fala intervém em todas as situações de patologia da fala, da voz e da linguagem oral e escrita, qualquer que seja a etiologia, na criança, no adolescente, no adulto e na pessoa idosa.

 

É um profissional a quem compete a prevenção, a avaliação, o tratamento e o estudo científico da comunicação humana e das perturbações associadas. Neste contexto, a comunicação engloba todas as funções associadas à compreensão e à expressão da linguagem oral e escrita, assim como todas as formas apropriadas de comunicação não-verbal.

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Terapia Ocupacional
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A Terapia Ocupacional é o tratamento de condições de saúde que afetam o desempenho das pessoas em qualquer fase da vida através do envolvimento em atividades significativas, com o objetivo de lhes proporcionar o seu máximo nível de funcionalidade e de independência nas ocupações em que desejam participar.

 

O Terapeuta Ocupacional avalia as funções sensoriais, percetivas, físicas e sociais do indivíduo, bem como os fatores ambientais que influenciam o seu desempenho nas atividades; identifica as áreas de disfunção e envolve o indivíduo num programa estruturado de atividades significativas de forma a ultrapassar as dificuldades proporcionadas pela sua condição de saúde. As atividades são selecionadas de acordo com as necessidades pessoais, sociais, culturais e económicas e refletem os fatores ambientais que orientam a vida do indivíduo.

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Psicomotricidade
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A Psicomotricidade apresenta-se como uma área de conhecimento transdisciplinar, que estuda e investiga as relações e as influências recíprocas e sistémicas entre as funções psíquicas e a motricidade.

 

É na motricidade que a vida psíquica, constituída por impulsos, emoções, sentimentos e pensamentos, encontra a sua expressão. Constitui-se como uma resposta adequada às crianças e jovens que, independentemente da sua patologia, poderão aprender melhor através da acção, da manipulação de objectos, da simbolização, de actividades expressivas e do investimento corporal, deixando-as explorar livremente as possibilidades de afirmação dos seus desejos.

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Educação Especial
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A educação especial é uma educação organizada para atender específica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais.

 

Pressupõe individualização e personalização das estratégias educativas, enquanto método de prossecução do objectivo de promover competências universais que permitam a autonomia e o acesso à condução plena da cidadania por parte de todos.

 

Este apoio especializado visa responder às necessidades educativas especiais dos alunos com dificuldades ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social. O apoio da educação especial pode implicar a adaptação de estratégias, recursos, conteúdos, processos, procedimentos e instrumentos, bem como a utilização de tecnologias de apoio.

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Terapia de Grupo Competências Psicossociais para Crianças e Adolescentes
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As competências sociais são as aptidões necessárias para uma resposta adequada às questões do quotidiano, ou seja, são comportamentos ou pensamentos que permitem ao próprio individuo adaptar-se aos outros e ao contexto social onde está inserido.

 

O termo competência significa que não se trata de uma característica da personalidade, algo de inato, mas de um conjunto de comportamentos que são adquiridos e aprendidos, o que quer dizer que embora algumas pessoas demonstrem maior facilidade na interacção social, as habilidades sociais são treináveis.

 

Crianças e adolescentes cujas competências sociais estão pouco desenvolvidas, revelam baixa auto-estima, problemas de comportamento e dificuldade no relacionamento com os adultos e com os pares.

 

A Terapia em Grupo, permite à criança/adolescente que manifeste exactamente como se comporta socialmente, proporcionando aos técnicos a possibilidade de treinar com ela em contexto natural, uma variedade de estratégias que potenciem uma interacção mais adequada com os outros, nomeadamente no controlo dos impulsos, assim como de evidenciar e desenvolver os seus pontos fortes de forma a aumentar a sua auto estima e confiança. São trabalhadas quatro áreas principais: Comunicação; Relações interpessoais; Autonomia e Motivação.

 

Pais e escola fazem parte integrante deste processo,   portanto investe-se igualmente na comunicação e cooperação com ambos, no sentido de os ajudar com estratégias adequadas e alternativas para gerir eventuais comportamentos menos ajustados da criança/adolescente.

 

Para mais informações, por favor contacte-nos.

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Orientação Escolar e Vocacional
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Consulta de Adoção
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A consulta de adoção é uma consulta especializada na intervenção com famílias adotivas,  que se destina ao apoio e acompanhamento da nova família constituída, visando a consolidação das novas relações familiares.

 

A intervenção consiste na avaliação da qualidade da vinculação das crianças e adolescentes adotados com a família, seguida de acompanhamento psicológico/psicoterapia da criança e aconselhamento psicossocial aos pais adotivos, no sentido de reforçar as suas competências parentais e a construção de uma vinculação segura.

 

Sempre que se avalie ser importante para um melhor desenvolvimento da qualidade das relações familiares e socais das crianças/adolescentes, sugere-se a integração em grupos terapêuticos, para melhor se trabalhar as relações interpessoais, a autoestima, a comunicação e a regulação das emoções.

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Receção/Serviço Administrativo
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