Corpo Clínico
Raquel Vaz
Licenciada em Psicologia Clínica desde 2002 (ISPA) e membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses. Ao longo da prática clínica investiu em formação e supervisão, e neste sentido surgiu a especialização em Intervenção Sistémica e Familiar, na Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, dado o seu interesse crescente pelo trabalho desenvolvido junto das famílias, dos casais e de cada elemento, numa perspectiva que entenda a narrativa do indivíduo contextualizada nos vários sistemas de que faz parte, entre eles o da família.
A prática como psicóloga clínica teve início na área da gerontologia, passando pela área da psicologia infantil, através da colaboração em projetos em ambas as áreas. Deste modo, desde cedo, sentiu-se sensível à importância dos primeiros tempos de vida para a compreensão do indivíduo nas várias fases do ciclo vital.
Entre os projetos com os quais colaborou, destaca a Umbilical - Associação pela promoção do bem estar emocional na gravidez e pós-parto, como sócia fundadora, o qual permitiu um contributo para o trabalho de sensibilização e acompanhamento, junto de famílias e técnicos, na promoção da saúde mental perinatal.
Paralelamente à intervenção clínica, colabora como Formadora em cursos de Formação Profissional, abordando várias temáticas, entre as quais relacionadas com Psicologia do Desenvolvimento e Parentalidade.
Atualmente, como Psicóloga clínica e Terapeuta familiar, exerce prática clínica em contexto de gabinete privado, no âmbito de processos psicoterapêuticos com famílias e casais, e num contexto de intervenção individual sistémica a jovens e adultos.
No contexto de ação social, colabora como terapeuta familiar, na Câmara Municipal de Mafra, com a Operação Integrada Local (OIL) do Milharado, no projeto Gabinete de Terapia Familiar, que em conjunto com a Equipa Multidisciplinar da área da saúde presta apoio às famílias do Concelho.
Os caminhos profissionais foram naturalmente influenciados pela história familiar. Neste sentido, o papel de mãe sente ser uma oportunidade para uma compreensão vivencial mais profunda da perspetiva parental e familiar, contudo considera que é no papel de filha que muitas vezes há o encontro de um entendimento primordial.
É sobretudo como pessoa que se coloca em sessão, procurando "trazer espaço para cada elemento, para que com o seu tempo, se (des)construa uma partilha conjunta".
Faz parte da equipa UDIJ desde 2025.
